Segunda-feira, Dezembro 19, 2011

"I'll be back!"

Voltando ao meu blog depois de MUUUUUUUITO tempo!


Antes da última postagem este blog tinha umas 3.000 visitas. Hoje tem 7.800!


Pode isso, Arnaldo?


Hoje vou reinaugurar meu blog com a seguinte coisa bacana:


MEMES!
"Me gusta" (meme geralmente colocado em uma situação onde a pessoa está sentindo prazer em situações, na maioria das vezes nojenta. em espanhol "eu gosto". Colocarei exemplos mais a frente)


O movimento Meme é um dos que eu mais apoio na internet! 


Não têm fins lucrativos, não têm impostos, não têm limites, não têm requisitos mínimos para se criar uma tirinha (a não ser que você não tenha Paint, ou seja...). 


A única coisa ruim é que toma TODO O SEU TEMPO! Porque é certeza de rolar de rir por horas!


Todos os dias que eu entro na internet eu vejo pelo menos uns 30 novos, entre quadrinhos, quadros desmotivacionais, ou motivacionais dependendo do caso, imagens e tudo mais. 


Existem vários memes, que (não sei como) de alguma forma representam sentimentos peculiares do nosso dia a dia.


Uns exemplo de "me gusta":









Existem outros mais famosos como o Troll:







O Troll sempre "trolla" algo ou alguém. Troll vem de trolling for suckers (lançando a isca para os trouxas). Por isso "trollar" quer dizer causar discórdia entre pessoas, em situações e afins.

Outra que eu gosto MUITO é o "foda-se":


PRA MIM O MELHOR! (esse rosto é de um jogador chinês de basquete chamado Yao Ming)

Não tem como eu explicar aqui meme por meme, pois todos os dias nascem memes novos! E só lendo bastante para entender todos. 

É uma brincadeira sadia, ninguém rouba dinheiro de ninguém, todo mundo faz meme, todo mundo se diverte, todo mundo dá risada junto. 


Recomento alguns blogs:


Não Ligo


Rei dos Memes


Memes da Net

Espero que gostem deste post. =]


Comentem!





Quarta-feira, Maio 04, 2011

Dream Theater anuncia contratação de novo baterista

 Mike Mangini foi escolhido para integrar a banda por meio de uma espécie de reality show
mike Mangini, que já tocou no Annihilator, no Extreme e na banda de Steve Vai, foi escolhido como o novo baterista do Dream Theater. Ele substitui Mike Portnoy, integrante que ajudou a fundar a banda e anunciou sua saída em setembro do ano passado.


Desde outubro de 2010, um mês depois de Portnoy ter deixado o grupo, muitos testes foram realizados. Mas foi em 21 de abril que a banda começou a divulgar, via Facebook, como estava acontecendo esse processo. Todo mundo que clicou no botão "curtir" na página da banda passou teve acesso a um material exclusivo, um trailer de um documentário/reality show em três partes que mostra como aconteceram os testes. Os episódios de The Spirit Carries On podem ser assistidos abaixo.



De acordo com o comunicado, a escolha de Mangini agradou de forma unânime todos os integrantes. Segundo o tecladista Jordan Rudess, "desde a primeira contagem até a última nota da última música, cada batida que o Mike tocou não só tinha um timing perfeito, como foi executada com um senso inegável de virtuosismo e musicalidade".



O vocalista James LaBrie complementou: "Eu tive o privilégio de trabalhar com Mike em três dos meus discos solo, então sempre soube que ele seria um grande concorrente [no reality]. Ele é, sem dúvida, um dos músicos mais inteligentes, intuitivos e interpretativos com quem já toquei".



Mangini, professor da Berklee College of Music (ele deixará o cargo para se dedicar ao grupo) declarou: "Eu fiz um trabalho zeloso no material de teste, fui além de somente aprender as músicas. Me imaginei no palco com eles, dando aos fãs o que sei que Mike Portnoy - que é, obviamente, uma lenda - sempre trabalhou tão duro para dar. Em nome dele, dos fãs e da banda, batalhei bastante para ter o privilégio de levar em frente o espírito do Dream Theater".



Agora, completo novamente, o Dream Theater está entrando em estúdio para a gravação de um álbum de inéditas, que terá novamente produção de John Petrucci, o guitarrista da banda. Em julho, terá início uma turnê mundial.






Fonte: Rolling Stone
Belíssima escolha, apesar de eu não manjar muito de batucadas, achei excelente. xD

Quinta-feira, Abril 28, 2011

Novo Clipe da banda Incubus - Adolescents

A banda Incubus, depois de 5 anos em silêncio (adoro essa expressão xD) lança novo clipe.

Na última quarta feira divulgaram o primeiro single do novo álbum "If Not Now, When?", sucessor do "Light Grenades" de 2006.



Eu achei ANIMAL! Ansioso? Eu? Nããão...

Quinta-feira, Abril 07, 2011

Resumo : Repressão - Freud 1915

Fiz isso pra facul, quero compartilhar.

Não precisa ler tudo, só me digam até onde vocês conseguem entender.


           Umas das vicissitudes que um impulso instintual pode sofrer, é encontrar resistências que procuram torná-lo inoperante. Em certas condições o impulso passa então para o estado de repressão. Se o que estava em questão era o funcionamento de um método apropriado; para instinto, a fuga não tem qualquer valia, pois o ego não pode escapar de si próprio. Em dado período ulterior, se verificará que a rejeição baseada no julgamento constituirá um bom método a ser adotado contra um impulso instintual. A repressão é uma etapa preliminar da condenação, algo entre a fuga e a condenação; trata-se de um conceito que não poderia ter sido formulado antes da época dos estudos psicanalíticos.
            Pode acontecer que um estímulo esterno seja internalizado, de modo que surja uma nova fonte de excitação, constante e de aumento de tensão. Assim, o estímulo adquire uma similaridade de longo alcance com um instinto. Sabemos que um caso desse tipo é experimentado por nós como dor.  A finalidade desse pseudo-instinto, no entanto, consiste simplesmente na cessação da mudança no órgão e do desprazer que lhe é concomitante. Não há outro prazer direto a ser alcançado pela cessação da dor.
            Aprendemos então que a satisfação de um instinto que se acha sob pressão seria bastante possível, e, além disso, que tal satisfação seria invariavelmente agradável em  si mesma, embora irreconciliável com outras reivindicações e intenções.Ela causaria, por conseguinte, prazer num lugar e desprazer em outro. Em conseqüência disso, torna-se condição para a repressão que a força motora do desprazer adquira mais vigor do que o prazer obtido da satisfação. Ademais, a observação psicanalítica das neuroses de transferência leva-nos a concluir que a repressão não é um mecanismo defensivo que esteja presente desde o início; que ela só pode surgir quando tiver corrido uma cisão marcante entre atividade mental consciente e a inconsciente; e que a essência da repressão consiste em afastar determinada coisa do consciente, mantendo-a à distância.
            Temos motivos suficientes para supor que existe uma repressão primeva, uma primeira fase da repressão, que consiste em negar entrada no consciente ao representante psíquico do instinto. Com isso, estabelece-se uma fixação; a partir de então, o representante em questão continua inalterado, e o instinto permanece ligado a ele.
            A segunda fase da repressão, a repressão propriamente dita, afeta os derivados mentais do representante reprimido, ou sucessões de  pensamento que, originando-se em outra parte, tenham entrado em ligação associativa com ele. Por causa dessa associação, essas idéias sofrem o mesmo destino daquilo que foi primeiramente reprimido.
            Sob a influência do estudo das psiconeuroses, que coloca diante te nós os importantes efeitos da repressão, inclinamo-nos a supervalorizar sua dimensão psicológica e a esquecer, demasiado depressa, o fato de que a repressão não impede que o representante instintual continue a existir no inconsciente, se organize ainda mais, dê origem a derivados, e estabeleça ligações. Na verdade, a repressão só interfere na relação do representante instintual como um único sistema psíquico, a saber, o do consciente.
            Deixemos claro que tampouco é correto supor que a repressão retira do consciente todos os derivados daquilo que foi previamente reprimido. Se esses derivados se tornarem suficientemente afastados do representante reprimido, eles terão livre acesso ao consciente. Tudo se passa como se a resistência do consciente contra eles constituísse uma função da distância existente entre eles e aquilo que foi originalmente reprimido.
            Não podemos formular uma regra geral sobre o grau de distorção e de distância no tempo necessário para a eliminação da resistência por parte do consciente. A repressão atua de uma forma altamente individual. Cada derivado isolado do reprimido pode ter sua própria vicissitude especial; um pouco mais ou um pouco menos de distorção altera totalmente o resultado.
            Finalmente, não nos devemos esquecer de que, na verdade, ao se estabelecer que um impulso instintual é reprimido, muito pouco se disse a respeito dele. Tal impulso pode ocorrer em estados amplamente diferentes, sem prejuízo para sua repressão. Pode ser inativo, isto é, só muito levemente catexizado com energia mental; ou pode ser catexizado em graus variáveis, permitindo-se-lhes, assim, que seja ativo.
            Assim, no tocante à repressão, um aumento da catexia energética atua no mesmo sentido que uma abordagem ao inconsciente, ao passo que uma diminuição dessa catexia atua no mesmo sentido que o caráter remoto do inconsciente ou da distorção. Vemos que as tendências repressivas podem encontrar um substituto para a repressão num enfraquecimento do que é detestável.
            Geralmente, a expressão quota de afeto tem sito adotada para designar esse outro elemento do representante psíquico. Corresponde ao instinto na medida em que este se afasta da idéia e encontra expressão, proporcional à sua quantidade, em processos que são sentidos como afetos.
            Recordamos o fato de que o motivo e o propósito da repressão nada mais eram do que a fuga ao desprazer. Depreende-se disso que a vicissitude da quota de afeto pertence ao representante é muito mais importante do que a vicissitude da idéia, sendo esse fato decisivo para nossa avaliação do processo da repressão.
            Agora, devemos tentar obter uma compreensão interna do mecanismo do processo de repressão. Em particular, desejamos saber se existe apenas um mecanismo isolado, ou mais de um, e se cada uma das psiconeuroses se distingue por um mecanismo de repressão que lhe é peculiar. Contudo no início das indagações nos defrontamos com complicações. O mecanismo de uma repressão só nos será acessível se conduzirmos esse mecanismo a partir do resultado da repressão.
            No campo da histeria da ansiedade, trabalharemos com um exemplo bem analisado de uma fobia animal. Aqui, o impulso instintual sujeito à repressão é uma atitude libidinal para com o pai, aliado ao medo dele. Após a repressão, esse impulso desaparece da consciência: o pai não aparece nela como um objeto da libido. Substituindo o pai, encontramos num lugar correspondente um animal que presta, de modo mais ou menos adequado, a ser um objeto de ansiedade. A formação do substituto para a parcela ideacional ocorreu por deslocamento ao longo de uma cadeia de conexões determinada de maneira particular. A parcela quantitativa não desapareceu, mas foi transformada em ansiedade. O resultado é o medo de m lobo, em vez de uma exigência de amor feita ao pai.
            O conteúdo ideacional do representante instintual da consciência; como um substituto temos uma inervação super-forte, às vezes de natureza sensorial, às vezes motora, quer como uma excitação, quer como uma inibição.
            Um quadro totalmente diferente da repressão se revela, maia uma vez na terceira perturbação, que consideraremos para os propósitos de nossa ilustração se se trata de uma tendência libidinal ou hostil. É esse impulso hostil contra alguém que é amado, que se acha sujeito à repressão. O efeito, numa fase inicial, do trabalho da repressão é bem diferente do que se verifica numa posterior. De início, a repressão é inteiramente cercada de êxito; o conteúdo ideacional é rejeitado, fazendo com que o afeto desapareça.
            É bastante provável que todo esse processo se torne possível pela relação ambivalente na qual o impulso sádico a ser reprimido é introduzido. No entanto, a repressão que foi de início bem sucedida, não se firma; no decorrer dos acontecimentos, seu fracasso se torna cada vez mais acentuado. A emoção desaparecida retorna em sua forma transformada, como ansiedade social, ansiedade moral e autocensura ilimitadas; a idéia rejeitada é substituída por um substituto por deslocamento, frequentemente um deslocamento para algo muito pequeno ou indiferente. O fracasso na repressão do fator quantitativo afetivo põe em jogo o mesmo mecanismo de fuga, por meio de evitação e proibições, tal como vimos em funcionamento na formação de fobias histéricas. A rejeição da idéia oriunda do consciente é, contudo, obstinadamente mantida, porque provoca  a abstenção oriunda da aço, um aprisionamento motor do impulso. Assim, na neurose obsessiva, o trabalho da repressão se prolonga numa luta estéril e interminável.            
            A curta série de comparações apresentada aqui pode facilmente convencer-nos de que se fazem necessárias pesquisas mais abrangentes, antes que possamos esperar compreender inteiramente os processos ligados à repressão e à formação de sintomas neuróticos. A extraordinária complexidade de todos os fatores a serem levados em consideração nos permite apenas uma maneira de apresentá-los. Devemos selecionar primeiro um, e depois o outro ponto de vista, e acompanhá-lo através do material enquanto sua aplicação pareça proporcionar resultados. Cada abordagem isolada do assunto será incompleta em si mesma, não podendo deixar de haver obscuridades sempre que ela se defrontar com material ainda não examinado; no entanto, podemos 
esperar que uma síntese final conduza a uma compreensão adequada


Safadinho!


Quarta-feira, Abril 06, 2011

Tirando o atraso

Faz um tempão que eu não posto nada aqui. Preciso arrumar algum assunto logo!

Por isso, vou colocar algumas coisas que eu ando fazendo por aí:


Eu fiz um Flickr! Nele, por enquanto, vou postando fotos que tenho estocadas aqui, que tirei no natal do ano passado. Enquanto não compro uma câmera fotográfica.
Todas elas foram tiradas com uma Sony DSLR-A100.


Eu tenho um Facebook, não tenho muitos amigos, mas é MUITO melhor do que o Orkut, que eu quase nem olho mais.


Twitter...


E por obrigação tenho ido ver a minha namorada linda. =]



Graças à ela pude me aprofundar um pouco mais em uma mania que eu sempre tive, mas que nunca fui adiante: fotografia.

Por isso fiz o Flickr, e por isso também voltei a fuçar, como sempre, no photoshop. Mas agora em efeitos, e não em outros tipos de montagens e afins.

Como esta por exemplo, que está no meu Flickr.

Antes: 

Aumentando um pouco a saturação, brilho, contraste e mexendo um pouco no balanço de cores, ficou assim:


Essas fotos foram tiradas com essa câmera:

Um dia terei uma dessas pra mim... =[

Ao mesmo tempo ser tão simples o ato de fotografar, pode ser muito complexo para muitos. Uma belíssima forma de fazer arte, que pra mim, junto com a música, são as mais belas.

Qualquer dia desses faço um texto com sobre/com fotografias. Um dia que eu tiver uma câmera legal e tudo. =]

Aproveitando, vou pegar a câmera do meu padrasto, que mesmo sem foco ótico, vou tentar fazer alguma coisa. xD

Até que achei um motivo pra postar! =D

Acho que vou inaugurar aqui no meu blog outra seção: Fotografias. o/

Vou postar aqui, e no meu Flickr. 

Certo, people?

Beijos!





Quinta-feira, Dezembro 09, 2010

Come Around Sundown - Kings of Leon

Ok, finalmente ele veio. =D

Come Around Sundown - Kings of Leon (Outubro - 2010)

Vou deixar os números dizerem:

"O álbum estreou em primeiro lugar na Alemanha, Austrália, Áustria, Bélgica (Flanders), Canadá, Escócia, Irlanda, Suíça e no Reino Unido. Na Inglaterra, o álbum vendeu 183 mil unidades na primeira semana, a maior quantidade de cópias vendias por um álbum em uma semana no Reino Unido em 2010 até o momento, além de quebrar o recorde de maior número de downloads digitais de um álbum com mais de 49 mil downloads." (Wikipedia)

Kings of Leon lançou seu primeiro álbum em 2003, o Youth And Young Manhood, com um estilo totalmente Indie, beeem diferente do que nós vemos hoje em dia, gerando até mesmo críticas desde o Only By The Night (2008), que mudou totalmente o estilo do seu antecessor, o Because Of The Times (2007), onde os fãs alegaram terem lançado músicas mais "melosas" como Crawl, Sex On Fire e Use Somebody, gerando até mesmo uma crise existencial alegando que os fãs não tem a cara da banda. Com o Come Around Sundown vêm para tentar quebrar esse conflito, que segundo Caleb (vocal), influênciadas pelo grunge, como Pearl Jam e Nirvana, as músicas estão mais Kings of Leon, e menos comerciais. 

Largando um pouco esses fatos e pensando no álbum, está muito mais "no chão", centrado e bem mais calmo com relação ao Only By The Night. Ouvindo todos os álbuns na ordem, acaba sendo engraçado, parece uma criança que cresce e amadurece: "Bem agitado e brincalhão no começo, no fim bem mais calmo e inteligente". Com isso o melhor álbum, na minha opinião, seria o Because Of The Times. Parece a adolescência do grupo. Misturam-se esses dois pólos, resultado bem bacana. Com certeza isso tudo não foi pensado pela banda.

Pesquisando sobre o álbum, li que os críticos caíram matando junto com os fãs em cima dos KOL, pois o estilo mudou muito, e não haveria nada de inovador, além dos fãs de Sex On Fire, Use Somebody, não de Kings of Leon, que pedem freneticamente em todos os shows as mesmas. É o mundo Pop meus caros, pode não ter sido pensado o fato de lançar músicas "cantantes", mas se não queriam o público que tem hoje, pode ter certeza que boa parcela deles não terão capacidade ouvidos para tal.

Os singles The End e Radioactive são simplesmente fenomenais! Ouça o disco uma vez no computador, outra vez no carro, e outra indo viajar. Música para se ouvir, pensar, sentir e curtir. Kings of Leon abandonou sem medo de ser feliz seu estilo Indie e caiu de cabeça no alternativo, e não vem com essa de que não tem inovação! Não existe outra banda com o mesmo nível e estilo. 

Para fechar o post, vou passar o link dos vídeos, já que estão reclamando do blog muito pesado. xD



Acho que chega, né?

Não sei o que vem depois, se quiserem sugerir algo, tamo ae. =]

Beijos!


AdSense

Sim, mais uma vez eu deixei o King of Leon de lado pra fazer um post sobre esse treco.

Eles sempre me ofereceram isso, dizendo que eu ganharia dinheiro com o meu blog.

Pesquisando mais um pouco, descobri que o negócio funciona mesmo, e tem nego ganhando U$160 por dia!

Bom, em 3 dias eu tenho U$1. Ta bom, né?

Como funciona?
Bom, você faz o cadastro, eles analisam seu blog, e te aprovam. À partir daí, eles vêem a média de acessos do seu blog, fazem uma conta doida e te falam se vai ganhar por clique, e/ou por impressões (visualizações). O pagamento é feito por cheque, e o valor mínimo por mês é de U$10.


Por clique, eu vi que ganho média de U$0,35. E tenho média de 25 visualizações de página por dia.

É um negócio bem doido isso, mas é bacana!

Existem muitas técnicas que as pessoas fazem pra ganhar mais e mais. Como colocar imagens nos posts, encher a tela de publicidade, porque aí vão clicar sem querer,e tudo mais. Mas sei lá, se você ganha a vida com isso, beleza, mas eu não farei isso não. xD

Coloquei esse treco pra ver se é legal, e pra ver se funciona mesmo, afinal, não paguei nada pra colocar o anúncio ali em cima. =D

Bom gente, é isso. Se quiserem clicar, fiquei à vontade. =D

Beijos!

Quarta-feira, Dezembro 01, 2010

Méritos

Sim, disse que esse post ia ser sobre o último álbum do Kings of Leon, mas devido muitas coisas da facul, pouco tempo pra juntar estudos e banda não me deixaram ouvir com carinho o CD, mas ele virá em breve. =]

Meu post hoje juntou minha vontade de escrever com uma coisa que me perguntam bastante:

O que o Jimmy Page tem de mais?


Não, não vou começar chingando. É uma pergunta pertinente, já que as pessoas estão acostumadas com guitarristas contemporâneos, cheios de técnicas e teorias novas.

De fato, hoje em dia existem guitarristas muito "melhores" (VEJA QUE ESTÁ ENTRE ASPAS!!) do que ele, já que na época, não se tinham tantos recursos quanto hoje em dia.

E é aí que começamos o bate papo de hoje. =D

Vamos começar do ponto de vista de quem gosta de sons contemporâneos:
      -Jimmy Page não costuma chamar muita atenção desse público, preferem ouvir 300 notas por segundo, ou tantos efeitos que parece mais um DJ do que um guitarrista. Concordo que são músicas muito mais embasadas, com técnicas muito mais difíceis e até bonitas do que havia na época, mas não é por isso que devemos achar que o cara é ruim, né gente?

Lembrando que não estou falando mal desses indivíduos, só levantando a questão.

Agora quem curte um som mais bluzêra, mais raiz, acha o cara um gênio. Simplesmente um gênio.

Não só por inovar tanto e tanto no instrumento. E também não podemos dizer de Jimmy Page sem associar à Led Zeppelin. São quatro caras, que pra mim fazem o máximo, simplesmente o MÁXIMO que qualquer quarteto poderia fazer na história do rock. Mesmo com poucos recursos ninguém até hoje conseguiu fazer algo à altura (no segmento em questão).

Outro ponto que vou colocar, e que ao meu ver é crucial: "feeling".

Não existe rock sem sentimento. Seja a revolta dos punks, sejam os entorpecidos do progressivo, seja o romantismo do hard. E o lord Jimmy o fazia com louvor. E é aí que eu queria chegar.

Pode ter uma guitarra e um amplificador recém projetado, mas sentir o rock é pra poucos, sentir e fazer rock como ele, não é pra ninguém.

E para concluir, digo que respeito quem não curte o som do cara, mas dizer que o cara é ruim, é blasfêmia. Se não fosse ele, metade dos inúmeros estilos que têm hoje não existiriam.

E não só por ele, mas sejamos mais imparciais ao dizer de outros instrumentistas, não é só pelo fato de não ter gostado do som, que o cara é ruim. Pense nisso. =]

Sim, meio desabafo.

Beijos!

Quarta-feira, Outubro 27, 2010

"Atopia"



Como já havia dito, uma banda, para mim, era literalmente um sonho.

Acreditava que uma banda tinha que ser de pessoas que se conhecem desde pequeno, já com uma relação de amizade estável, para que não haja conflitos e que as idéias coincidirem.

Hoje, tenho esse sonho realizado, e muito mais.

Nunca imaginei que uma advogada, uma publicitária, um professor de educação física, um psicólogo e um "literato" pudessem se dar tão bem.

Sem querer o nome "Ornitorrincos" nos caiu muito bem. Todos nós somos estranhos uns para os outros, tanto profissionalmente como estilo de vida, talentos individuais, localidade residencial, e muito mais.

Imaginei menos ainda a importância que essas pessoas teriam na minha vida.

20 anos. Não só marca minha segunda década de vida, mas acho que posso considerar antes do dia 23/10/2010 como P.O. (Pré Ornitorrincos) e A.O. (Após Ornitorrincos).

Não sou uma pessoa que tem muitos amigos, mas costumo cultivar muito bem os que tenho, e com essa banda não vai ser diferente.

Sinto uma paixão que nunca achei que ia sentir por nada. Mais ansiedade para chegar o final de semana do que sentia quando ia ver ex namoradas. Sinto amor por isso, amor pela banda, amor pela música, amor por cada integrante desse grupo.

Esse ano ganhei um presente, que junto do carro (que é o inesquecível "primeiro carro", presenteado no natal de 2009 pelo meu papai), com certeza foi a melhor coisa que me aconteceu.

Presentes na verdade. Que todos formam um conjunto.

Do meu irmão André, ganhei uma camiseta que havia achado genial, mas que na oportunidade de comprar, não tinha dinheiro. Nela tem uma sombra de um monstrinho, dizendo: "I'm a very big monster, but i'm very far away." ("Eu sou um monstro muito grande, mas estou muito longe.")
Junto dele, e sua namorada gordinha Jéssica, que também está no mesmo grau de parentesco, uma correia de guitarra, de fundo preto e um traço de eletro cardiograma em vermelho. ANIMAL!

Do meu cada vez mais querido Thomaz, ganhei um slide muito estiloso de metal. Adorei o presente! Farei muito bom proveito.

Repararam que tudo o que ganhei agora, tem uso na guitarra? Com exceção da camiseta... Dhur.
Enquanto as meninas não chegavam em casa, fui buscar a Jennifer no metrô, e pegar carvão.

Quando chego em casa, encontro os meus amores Mari e a Gabizones. Depois de todas as felicidades desejadas, o André me manda pegar o violão da Gabi pra tocar (pensei: ué, ela não é mais gorda, tem condições de pegar sozinha), e fui. Me deparei com um case de guitarra.


Ganhei uma guitarra que sempre sonhei em ter, de pessoas que sempre sonhei em partilhar momentos e interesses.

Nada mais me importava naquele dia. Montamos a banda na minha sala, e tocamos para os presentes. Dentre eles a Jennifer, importantíssima amiga da faculdade, minha irmãzona Bruna, Minha tia Vilma e seu filho Claudinho, vulgo Primo Cláudio, amigos do meu irmão Paulo e Diogo, que adotei pra mim também, vizinhos como o Clébão, vulgo Jão, o André e seu filho Gabriel, que fez um puta sucesso com seus 2 aninhos, dona Margarida, mãe do meu querido enteado Kiko, que mais uma vez, deixo os créditos do sábado para ele, e para a culpada de toda essa zona: minha mãe.

Só tenho a agradecer, à todos!

Ensaio fenomenal no domingo, com guitarra nova e inspiração para o resto da minha vida.

Posso dizer que foi o melhor final de semana, melhores pessoas, melhor aniversário da minha vida!

Agradeço todos os dias à física, por ir jogar bola um dia, e perguntar "tem próximo ae?" para a pessoa certa, e no momento certo. Hoje, se não fosse essa frase, eu não seria metade da pessoa que eu sou. E também não teria Ornitorrincos! =D

André, maaais uma vez, obrigado por tudo!

Sem mais por hoje.

Próximo post vai ser sobre o Come Around Sundown - Kings of Leon, que é o quinto, e na minha opinião, melhor álbum da banda.

Bicadas Ornitorrinquescas à todos!

Domingo, Outubro 10, 2010

Texto Zuado - Bárbara Tarada

Antes de lerem o post, acessem o texto original!


Comentário Imperfeito - Texto Imperfeito


Estamos com planos para estes textos paralelos, se gostarem, comentaremos nossa pretensão. xD








Já leram o original? 






Então podem seguir. Enjoy!







Estava uma friaca danada. Bárbara veio me dizer que estava afim do alemão da rua de baixo. Não parecia a mesma pessoa, sempre fora muito chata, isolada no seu mundinho de merda.

Passaram-se algumas semanas, e a vi comendo um negócio bem nojento, meio amarelo. Coisa que ela própria tinha nojo, e enchia o saco dizendo o tempo todo que não gostava de nada de queijo (tinha que ser mulher), nenhum tipo de massa, e nem abacaxi, banana e melão.

-"É presente dele" dizia de boca cheia e toda assanhada pensando no peitoral do alemão. O fogo era tanto que nem tinha visto o tamanho da merda que o cara fez em lhe dar aquele negócio. Depois de um tempo vi, que se o cara lhe desse 2 quilos de pudim de xixi, ela o comeria com voracidade, sem pensar duas vezes o que tinha no recipiente.

Dias se passaram e não ouvia mais falar de Bárbara. Só porque ela sumiu, fez um calor danado, e estava doido para ver a deliciosa Bábi (era como lhe chamava nos tempos de escola) de biquini na piscina que tinha nos fundos da minha casa. Mas apesar do clima propício pra uma tchuntchada, não a encontrava, sabia que estava em casa, mas como só pensara no tal ariano, já espero que não tenha outro assunto a não ser o loirão.

Em uma tarde de quinta, começa a chover. Mas continuava o calor, uma chuva que trazia as pererecas para o meio da rua. Achavam que fazia parte do seu pântano. Felizes da vida, pulavam de baixo dos vestidos das mulheres, mal sabendo o quão bom era aquela ação perspicaz. Bárbara surge entre esse festejo anfíbio-anuro depois de semanas sem dar as caras. Estava sentada na esquina, mas não parecia estar pensando no seu bófe, quando Bárbara pensa em um homem, sua expressão muda, não parecia tão foguenta assim hoje.

Na verdade, Bárbara estava de olhos fechados. Para quem passava na rua, achava que estaria ali, depois de uma noite inteira de orgia e muito álcool, como sempre fazia, curtindo a chuva e sua enxaqueca rotineira. Por isso, era seu desejo bebê-la por inteiro e era dela, a lembrança era apenas dela. E lá ela ficou, suportou toda a chuva em seu corpo como suportou as chicotadas de um rapaz viril, as chicotadas do amor utópico.

Mais dias se passaram sem que eu pudesse ver Bárbara. Sem que eu pudesse me deparar com ela saindo de sua casa. Quando acordei, pude ver novamente seu mau humor, que por costume, surge sempre que não consegue um "happy hour" ao seu estilo com alguém, no caso o tal alemão da rua de baixo. E lá está a minha Bárbara, que vive mau humorada e de ressaca, na qual nunca consigo tirar uma lasquinha.

E voltei a sorrir.

Segunda-feira, Outubro 04, 2010

The Ornitorrincos

Salve salve meus nobres e minhas nobres.

Venho através deste Hoje venho aqui para postar os vídeos da nossa banda, coisa que não atualizo por aqui faz um tempo, tudo por causa de provas na faculdade, estágio pegando fogo, aí não tive muito tempo e nem cuca para rachar com vocês. Mas estou de volta!

Nesse post também vou expressar minha ENORME felicidade de ter encontrado pessoas tão especiais.

Começarei pelos vídeos. São quatro. Talk Shows On Mute, Even Flow, que são tocados em estúdio e com a banda completa. E dois à lá Free Radicals, com uma inovação: a banda é à favor da sustentabilidade! Já entenderão o porquê.

Talk Shows On Mute - Incubus





Even Flow - Pearl Jam





Esses são dois dos vídeos que se salvaram. Durante os ensaios gravamos quase todas. Como fizemos 2 meses de banda, então temos muuuito tempo para evoluirmos juntos. =]

Agora os vídeos gravados, infelizmente, sem o André:

Hard Sun -Eddie Vedder





What's Up - 4 Non Blondes





Entenderam o porquê da sustentabilidade?  auhUIAHiuah
Isso tudo vocês conferem no blog da banda (The Ornitorrincos).


Agora um pouco de mela cueca...

Não canso de dizer o quanto estou feliz com a banda que formamos.

Já postei sobre isso no blog da banda citado agorinha à pouco, não canso de dizer isso à eles, não canso de dizer isso para os outros, e etc...

Estava batendo um papo com meu amigo Thomaz, (baixista, cantor, violonista e sei lá mais o quê da banda) sobre experiências anteriores com bandas. Achei um absurdo os conflitos que aconteciam, a forma e frequência. Fico abismado pelo relacionamento que temos, desde o começo, eu, André e Gabi, sempre nos demos muito bem, e tínhamos medo de não achar alguém bacana para a banda. "Sempre" tivemos o Thomaz em stand by para tocar conosco, mas a bateria ainda era uma incógnita.

Adorei conhecer a Mari e sua pegada monstra na batera e habilidade de reciclar instrumentos de percussão, fora sua voz, que é um absurdo de bonita. O Thom, e seu autodidatismo, voz e violão incríveis, muitas pessoas que fazem aulas e aulas não chegam à esse nível.

Sem falar do André, que é meu irmão de sempre, cantô, (ta ficando zica!) compositô, tocadô, e tudo mais. E a minha musa que adora a minha bunda (piada interna) Gabizones.

Essa é a minha felicidade e sentimentos de gratidão expressos em mais um lugar. =]

Queria falar um pouco sobre política, mas não quero perder meu tempo e nem post com tanta vergonha.

Mini Diário Mode (ON)


Trabalhei nas eleições, foi divertido, conheci pessoas legais, encontrei moh galera, como de costume encontrar em dia de votação. =P

Acho que por hoje é isso. Acontecimentos recentes me deixaram motivado, faculdade ta um pouquinho pesado, mas acho que é normal, né?

Queria ter a auto estima um pouco mais alta às vezes. =P

Mini Diário Mode (OFF)


Beijos!


Gostei de mudar o tamanho da letra. UIAHiuahUIAHiuha

Sábado, Setembro 11, 2010

Muito Pouco - Paulinho Moska

Vamos e convenhamos, o cara é um gênio.

Muito Pouco - Paulinho Moska (Julho - 2010)

Paulo Corrêa de Araujo, vulgo Paulinho Moska é um dos melhores cantores, compositores e artistas brasileiros. Em 1987 tocava junto com os Inimigos do Rei, lançaram 2 CDs que foram enorme sucesso na cena musical do Rio na época. Em 1991 saiu da banda para seguir carreira solo.

Na era grunge lançou o álbum intitulado "Vontade". Depois ingressou em um grupo de filosofia, onde deixou um pouco de lado o rock e caiu de cabeça no que eu chamo de "MPB Experimental", onde compunha com diversos estilos de músicas, uma diversidade enorme de instrumentos, letras genuinamente lindas.

Além de tudo isso já mencionado, respeito ainda mais pela originalidade. Não perde a linha de estilo, mas sempre inova e surpreende. 

Não tive muito tempo de criar afinidades com algumas músicas para poder indicar a vocês, são todas muito bonitas e bem compostas. Sinto como se fosse um daqueles álbuns que as músicas são "linkadas", como o Dark Side of the Moon - Pink Floyd, que são "todas uma música só". Não dá vontade de parar de ouvir.

É um álbum duplo, onde um CD chama Muito, com uma levada bem agitada, metais e percussão bem fortes. Pouco, o outro lado, é muito mais calmo, causando efeito de "maresia", pouca percussão e mais cordas, sentimos as ilustres participações de Zélia Duncan, Maria Gadú e Cezar Silveira. 

Composta por Maria Rita, "Muito Pouco" abre a primeira parte mais levada do álbum.


Um artista que nem todos conhecem. Eu mesmo não conheceria se não fosse mon amour Gabizones, mais uma vez concebendo um pouco de seu conhecimento pro meu poço de ignorância. =P

Nota do Pedreiro:


AHiuahIUAHiuahiUHAiuha

Beijos!




  

Sexta-feira, Setembro 10, 2010

Julia Nunes

Saudações!

Revendo uns vídeos das antigas, sem querer achei em meu computador uma das minhas paixões:


I Wrote These - Julia Nunes (2008)

Simplesmente FANTÁSTICO o talento dessa garota.

Nascida em janeiro de 1989, Julia Nunes vem de uma família de músicos nova iorquinos, seu pai é pianista e compunha músicas infantis.

Começou sua carreira com vídeos no Youtube e seu Ukulele, ganhando o coração de muitas pessoas, assim como o meu.

Seu primeiro vídeo foi postado em janeiro de 2007, exibindo uma música própria. Desde então fez covers de muitas bandas, algumas mais conhecidas como Mr. Brightside - The Killers, Survivor -Destinys Child, Accidentally in Love - Counting Crowes (o primeiro vídeo que vi), It's the End of the World as We Know It - R.E.M., All My Loving - Beattles, You're My Best Friend - Queen, Tubthumping - Chumbawamba entre outras. 

Sem contar vídeos de reply, de coisas engraçadas, de conversas com fãs, e de músicas próprias, que é de arrepiar!

Essa é a segunda faixa do álbum I Wrote These:



Eu fico abismado com o talento dessa garota. Tem uma inteligência musical incrível!

Composições muito bem elaboradas, embasadas e diversificadas. E acima de tudo originais.

Clique aqui e veja o canal dessa coisa fofa, não quero indicar nenhum, vejam todos e ouçam o CD! =P

Beijos galera!




Quinta-feira, Setembro 02, 2010

Como se regenera o rabo da lagartixa?

À pedidos da Gabizuda, farei um post sobre isso.

Primeiramente devemos deixar bem claro que a lagartixa tem o poder de soltar o seu rabo para confundir seu predador.

Lagartixa
-Vai lá otário!!

Sapo
-Ahãããã, outro biiichoo!


Portanto, não se trata de nenhum auto flagelo sado masoquista.

Como a cauda, primeiramente, tem parte da coluna vertebral, depois da primeira queda, é feito um chicote de cipó  "cabo" de sustentação de cartilagem. Ou seja, pra você que acha um pecado arrancar o rabo da lagartixa, e acha um nojo aquilo se mexendo sozinho, saiba que é absolutamente normal.

Preciso dizer como é feita a síntese desse tecido novo? Não né?

Beijos.